Isento

Escrito por Marcelo Adolfo
 
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Sempre que se vê pelo espaço que resta entre o batente e a porta que se fecha, é como se olhasse pelo retrovisor sem olhar pra frente. Como se, por mais que não se encontre um obstáculo, o trecho percorrido torne-se um vão sem luz nem escuridão, exatamente como o chegar, isento de contemplação.


24 de fevereiro de 2010

 

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