
Sempre que se vê pelo espaço que resta entre o batente e a porta que se fecha, é como se olhasse pelo retrovisor sem olhar pra frente. Como se, por mais que não se encontre um obstáculo, o trecho percorrido torne-se um vão sem luz nem escuridão, exatamente como o chegar, isento de contemplação.
24 de fevereiro de 2010